sexta-feira, 27 de novembro de 2009

CHIMAY BLANCHE (WHITE)


Diagnóstico


Essa Abbey Tripel belga tem espuma cremosa, volumosa e branca. Excelente formação de colarinho. Muito persistente longevidade. Corpo borbulhante, turvo, denso e âmbar. Aroma: maçã, lúpulo moderado e flores. Sabor inicial: amargor moderado. Sabor final: leve dulçor e moderado amargor; longa duração. Paladar: corpo médio, textura aguada, forte carbonatação e final gredoso. Não apresenta o forte dulçor (proveniente do alto teor alcoólico característico do estilo) que observei em outras Tripel que provei, puxando mais para uma Belgian strong ale. Disfarça bem seu ABV de 8%.


Custo-benefício: garrafa de 330ml adquirida por R$ 21,90 no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR. Vale a pena, por ser uma cerveja de alta qualidade e que se diferencia dentro do estilo.


Nota: 110 Skol ou 3.3/5.0


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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

DE BORA BIER KÉIA HEFEN-WEISS


Diagnóstico


Essa Hefeweizen é mais uma ótima cerveja da microcervejaria brasileira De Bora, tendo um toque especial e conseguindo diferenciar-se da baciada do estilo que encontramos no Brasil. Sua aparência é composta de uma espuma volumosa, cremosa e esbranquiçada, com boa formação de colarinho e reduzida longevidade. Ao ser despejada no copo, apresenta um belíssimo efeito "areia movediça", semelhante ao da Guinness. Corpo opaco, turvo, denso, com enormes sedimentos e cor bege. O aroma é clássico: banana, goma de mascar, cravo e levedura moderada. Sabor inicial: moderado amargor. Sabor final: pesado amargor; média Paladar: textura cremosa, forte carbonatação, final gredoso e levemente alcoólico, com corpo médio. Sente-se álcool. Ao contrário de outas do estilo, não apresenta o dulçor característico.


Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida por cerca de R$ 14 no Armazém da Serra, localizado no Mercado Municipal de Curitiba-PR. O preço está pouco acima da média do estilo, mas a qualidade também, portanto, vale a pena.


Nota: 50 Skol ou 3.5/5.0


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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

WÄLS QUADRUPEL


Diagnóstico


Após ter uma decepção com a Wäls Dubbel (cujo exemplar do lote que adquiri estava azedo e posteriormente foi restituído por um exemplar de 750ml, esse sim de boa qualidade), achar que a Tripel ainda faltava "comer muito arroz com feijão" e ser grandemente surpreendido pela ótima Pilsen, tive uma surpresa ainda maior com esse novo exemplar dessa cervejaria brasileira. Essa Quadrupel foi a melhor cerveja que provei em 2009. Seguem minhas impressões sobre a mesma:

Com espuma pequena, aerada e marrom-clara, a mesma ainda apresenta moderada formação de colarinho e reduzida longevidade. Seu corpo é turvo, opaco, denso e marrom-claro. O aroma traz a presença moderada de malte caramelo, chocolate ao leite e álcool (já que seu ABV é de 11%). O sabor inicial é moderadamente doce e amargo. O sabor final traz moderado dulçor e pesado amargor, de longa duração. O paladar é composto de um corpo médio-cheio, de textura cremosa, forte carbonatação e final metálico. Delicioso sabor de chocolate balanceado por um amargor na medida certa, permeado por aquecimento alcoólico não agressivo. Seu principal defeito foi o grande tempo de demora pra abrir (rolha difícil de tirar, foi necessário um saca-rolhas) mas vale a pena, cerveja deliciosa. Dos exemplares do estilo que provei, só não supera a La Trappe Quadrupel.


Custo-benefício: garrafa de 350ml adquirida por cerca de R$ 11 no Armazém da Serra, loja localizada no Mercado Municipal de Curitiba-PR. Vale MUITO a pena.


Nota: 350 Skol ou 3.7/5.0


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terça-feira, 24 de novembro de 2009

BAMBERG BOCK


Diagnóstico

Essa Dunkler Bock brasileira tem espuma pequena, aerada e esbranquiçada. Moderada formação de colarinho. Reduzidíssima longevidade. Corpo ralo, borbulhante e marrom-claro. Aroma: forte malte tostado, caramelo e café suave. Sabor inicial: moderado dulçor e leve amargor. Sabor final: leve dulçor e moderado amargor; média duração. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, forte carbonatação e final gredoso. Dulçor caramelizado balanceado por leve amargor. Me surpreendeu bastante, uma vez que foi uma das únicas do estilo que agradou meu paladar.

Custo-benefício: garrafa de 350ml adquirida por cerca de R$ 8 no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR. Bom negócio.

Nota: 3.0/5.0 ou 40 Skol

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

BAMBERG ALT


Diagnóstico


Essa Altbier brasileira é a primeira representante do estilo que tive a oportunidade de degustar, e devo confessar que a mesma me surpreendeu. Tem espuma pequena e branca. Virtualmente nenhuma formação de colarinho. Reduzidíssima longevidade. Corpo denso, translúcido e âmbar-escuro. Aroma: forte malte, caramelo, chocolate ao leite e forte presença de café. Sabor inicial: leves dulçor e amargor. Sabor final: leve dulçor e moderado amargor; média duração. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, suave carbonatação e final metálico. Ótimo amargor lúpulo, sabor café. Pra falar bem a verdade, me lembrou mais uma cerveja inglesa que uma alemã propriamente dita, o que foi bom pra me provar que a Alemanha não vive só de Hefeweizens, Bohemian Pilseners e Zwicker/Landbiers.


Custo-benefício: garrafa de 350ml adquirida por cerca de R$ 8 no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR. Bom negócio.


Nota: 35 Skol ou 3.1/5.0


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