Apesar de já ter degustado essa saudosa loira importada muitíssimas vezes, não havia analisado a mesma até então. Devo dizer que foi exatamente esse exemplar de Erdinger o meu objeto de "batismo" no mundo artesanal, capitaneado pelo grão-mestre da Confraria do Status, Luiz Fernando Cavalheiro. À época, a degustação de uma cerveja importada, totalmente diferente do que eu estava acostumado a provar (Skol, Antarctica e Brahma aos borbotões) foi um divisor de águas. Um tempo depois, após certa "milhagem", comecei a torcer o nariz para essa Weissbier, mas agora, reconheço, é realmente uma representante de peso do estilo. Afinal, devo muito à ela! Aos trabalhos.
Diagnóstico
Essa German Hefeweizen alemã enche o copo Weizen com sua espuma de tamanho médio, cremosa e branca. Boa formação de colarinho. Reduzida longevidade. Corpo turvo, denso e amarelo-escuro. Aroma: massa de pão, banana e cravo. Sabor inicial: leve dulçor e amargor. Sabor final: leve acidez e amargor; média duração. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. Forte e saborosa presença de banana no sabor.
Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida por R$ 10,89 no supermercado Superpão, em União da Vitória-PR. Bom negócio. No entanto, já não vale mais que o valor acima citado.
Nota: 60 Skol ou 3.0/5.0
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