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quinta-feira, 18 de junho de 2026
ERDINGER CHAMP
Antes de começar esse post, o de número 300, gostaria de fazer algumas considerações em relação à série Eisenbahn. Se não me falha memória, faltaram análises sobre os exemplares Lust, Lust Prestige, Dama do Lago (os dois últimos ainda não tive a oportunidade de degustar), Dunkel e Natural. Para que o blog não fique sem posts até que eu tenha acesso aos mesmos, continuarei com análises de outros rótulos.
Em relação ao post comemorativo, gostaria de divulgar os dados atualizados das últimas visitas, mas de uns dez dias pra cá o Adsense não vem mais atualizando os dados das impressões de páginas. Alguém sabe como corrigir isso? Quem souber favor me ajudar via comentário.
Dito isso, vamos ao exemplar de hoje.
Descrição: essa não é a primeira vez que provo essa Hefeweizen da linha Erdinger, feita para tomar diretamente da garrafa - digamos a verdade, um apelo não muito convidativo aos zitófilos de plantão. Das outras vezes, confesso que o exemplar não me chamou muito atenção. Também admito que, ao comprar um exemplar cujo vencimento era ainda este mês a um preço menor, esperava que sua qualidade seria ainda menor da que eu guardava na memória. Felizmente, não foi assim.
Sua aparência é 'padrão', com espuma alva, de aparência inicial média e agitada como a de um refrigerante. Há boa formação de colarinho e reduzidíssima longevidade em seu corpo turvo e denso, de tonalidade dourado-claro. O aroma, restrito, apresenta a já esperada banana, além de traços de grama molhada e levíssimo aroma de álcool de cereais. No sabor nota-se bom amargor com nuance alcoólica, quesito esse mais acentuado que em outros exemplares do gênero. Seu início é levemente ácido e moderadamente amargo, sensação esta última que se mantém até o final, de média duração. A Champ agrada o paladar com um corpo médio, de textura seca, carbonatação viva e final lembrando giz. Por estar esperando pouco, me surpreendeu.
Custo-benefício: adquirida por R$ 5 no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba, pagaria até 40% do valor para degusta-la nas mesmas condições.
Nota: 80 Skol
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Marcadores: banana, grama molhada, turbidez
2g) BIÈRE DE GARDE
Coloração vai de dourado a cobre-escuro a marrom-claro. Corpo moderado a médio. Esse estilo de cerveja é caracterizado por um aroma de malte tostado, sabor com ligeira dulçor de malte e médio amargor de lúpulo. Aromas e sabores de lúpulo de tipo nobre devem ter baixa a média presença. Ésteres frutados podem ter intensidade de leve a média. O sabor de álcool é evidente. Aromas e sabores lembrando terra, porão e bolor são comuns. A presença de diacetil não deve ser percebida mas uma turbidez fresca é normal. Geralmente condicionada na garrafa, com algum caráter de levedo. O teor alcoólico oscila entre 6 a 8%.
O exemplar que ilustra o espaço de chama-se Abbaye De Saint Bon-Chien, é o melhor cotado na fonte de estilo e pode ser encontrado em
Continha amanhã a série sobre Belgian/French Ales com o estilo Dubbel. Até lá!
Cheers!
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Dr. Beer
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Marcadores: bolor, bottle-conditioned, diacetil, lúpulo nobre, malte tostado, porão, terra, turbidez
ERDINGER WEISSBIER DUNKEL
Já havia tomado essa Dunkelweizen diversas vezes, mas nunca a havia analisado da maneira correta. Se outrora a mesma nunca havia me agradado, devo dizer que a opinião se manteve, sendo cotada entre as mais fracas que já provei do estilo. Sua aparência é composta de uma espuma inicial cremosa, grande e marrom-clara. Excelente formação de colarinho (teimou em ultrapassar os limites do meu copo Weizen). Reduzida longevidade. Corpo turvo, denso e marrom-escuro. Aroma: moderada presença de malte queimado, café suave, banana e goma de mascar. Sabor inicial: moderado dulçor e leve amargor. Sabor final: leves dulçor, amargor e acidez; média duração. Paladar: corpo médio-leve, textura entre aguada e oleosa, forte carbonatação e final metálico. Não detectei traços de trigo no paladar; a mesma tem muito mais gosto de Schwarzbier do que cerveja daquele cereal. O sabor realmente deixa a desejar.
Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR por cerca de R$9, vale a pena apenas para os zitófilos iniciados que querem ir aguçando o paladar aos poucos. Para quem já provou espécimes mais elaborados, o melhor é investir um pouco mais para obter qualidade.
Nota: 8 Skol ou 2.9/5.0
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Dr. Beer
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Marcadores: banana, café suave, cerveja de trigo, copo weizen, dunkelweizen, goma de mascar, malte queimado, schwarzbier, turbidez
BALTIKA 8 PSHENICHNOE (WHEAT)
Descrição comercial
Ale de trigo não-filtrada. Contém levedura especial que dá turbidez e cria um rico sabor. Os ingredientes são água, malte de trigo, malte pilsner e malte caramelo e lúpulos. Produzida desde 2001. 12°
Diagnóstico
Essa German Hefeweizen russa tem espuma média, cremosa e branca, de reduzida longevidade. Boa formação de colarinho. Corpo denso, turvo e amarelo-escuro. Aroma: banana, goma de mascar e leve presença de levedura. Sabor inicial: leves dulçor e amargor. Sabor final: leve amargor; média duração. Paladar: corpo médio, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. abor banana permeado levemente por cravo. Bem refrescante, alta drinkability, ligeiramente melhor que a média. Garrafa de 500ml adquirida por R$ 15,95 através do site nonobier.com.br. Copo recomendado: Weizen.
Nota: 25skol ou 3.1/5.0
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Dr. Beer
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Marcadores: alta drinkability, banana, copo weizen, german hefeweizen, goma de mascar, malte caramelo, malte de trigo, malte Pilsner, turbidez
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