quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

ROLETA RUSSA BLACKOUT BLACK IPA

Descrição comercial

A Blackout da Roleta Russa é um American Black IPA, de cor preta com formação de espuma cremosa. Além de utilizar lúpulos Americanos, passa pelo processo de Dry Hopping de lúpulos, para deixá-los com aroma ainda mais cítrico e frutado. Com 69 IBU de amargor é refrescante na boca, com sutil gosto tostado e um final amargo e seco. Fascinante é a palavra que define esse sensacional Black IPA. Destaque para a tampa fliptop em formato de tambor de revólver! A cerveja Roleta Russa é produzida na cidade gaúcha de Campo Bom.

Diagnóstico

Este Chopp Black IPA, armazenado em chopeira inglesa na Casa de Cerveja Santuário, em Brasília-DF, tem aroma de maracujá, melão e malte moderado. Sabor inicial: moderado dulçor e leve amargor. Sabor final: leve dulçor e moderado amargor. Paladar: textura oleosa, média carbonatação, corpo médio e final metálico. Imagino que a versão com carbonatação "normal" deva ser mais agradável ao paladar, pelo menos ao meu. Copos recomendados: Shaker e Tulip.

Nota: 40 skol ou 3.3/5.0

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quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

AMPOLIS DITRIGUIS

Introdução

A Ampolis Ditriguis chega com a proposta de ser uma Witbier leve, refrescante e fácil de beber, seguindo a linha descontraída da marca. No entanto, na minha percepção, ela acaba fugindo um pouco do perfil esperado do estilo, entregando algo mais próximo de uma Weiss do que de uma Witbier clássica.

Diagnóstico

Esta Witbier carioca apresenta espuma média, branca e com bolhas, de reduzida longevidade, com boa formação de colarinho. O corpo é turvo e amarelo-escuro, dentro de uma faixa aceitável, embora um pouco mais carregado que o padrão do estilo.

Aroma:
Notas de banana, malte moderado, cravo e massa de pão.

Sabor inicial:
Moderado dulçor, com destaque para banana.

Sabor final:
Leve acidez e moderado dulçor, com longa duração. Apresenta falta de atenuação.

Paladar:
Corpo médio-leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico e levemente adstringente. O conjunto remete mais a uma Weissbier do que a uma Witbier tradicional.

No geral, é uma cerveja que se distancia das características clássicas do estilo proposto.

Nota: 7 skol ou 2.9/5.0

Ficha técnica

Origem: Brasil (Rio de Janeiro)
Estilo: Witbier
Teor alcoólico: 4,5%
Amargor: Baixo
Coloração: Amarelo-escuro e turvo
Copo ideal: Tumbler ou Weizen
Disponibilidade: Ampla

Sobre o estilo: Witbier

Cerveja belga de trigo, leve e refrescante
Notas cítricas e condimentadas, geralmente com casca de laranja e especiarias
Alta carbonatação e corpo leve

Experiência de consumo

A Ditriguis é fácil de beber e refrescante, mas pode confundir quem espera o perfil clássico de uma Witbier. Considero mais interessante para quem não está preso às definições de estilo e busca apenas uma cerveja leve para o dia a dia.

Harmonização e ocasião

Saladas
Frango
Peixes
Dias quentes
Almoços leves

Conclusão

A Ampolis Ditriguis é uma cerveja agradável, mas que não entrega exatamente o que se espera de uma Witbier. Me parece uma opção válida dentro de um contexto casual, desde que não haja expectativa de fidelidade ao estilo.

Resumo da avaliação

• Estilo: Witbier
• Teor alcoólico: 4,5%
• Amargor: Baixo
• Aparência: Turva, amarelo-escuro
• Espuma: Média, com baixa persistência
• Aroma: Banana, cravo e malte
• Sabor: Doce com leve acidez e baixa atenuação
• Corpo: Médio-leve
• Carbonatação: Alta
• Final: Metálico e levemente adstringente
• Drinkability: Média
• Fidelidade ao estilo: Baixa
• Complexidade: Baixa
• Custo-benefício: Médio
• Recomenda?: Depende, mais pela proposta leve do que pela fidelidade ao estilo

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terça-feira, 7 de janeiro de 2020

CÃO VÉIO RED LAGER

Introdução

A Cão Véio Red Lager aposta em um perfil maltado mais evidente, fugindo um pouco do padrão das lagers mais comuns no Brasil. É um estilo que costuma agradar quem busca algo mais encorpado sem abrir mão da refrescância. Na minha percepção, ela entrega uma experiência interessante, mas sem grandes surpresas.

Diagnóstico

Este chopp Red Lager brasileiro apresenta espuma média, esbranquiçada e com bolhas, de reduzida longevidade, com boa formação de colarinho. O corpo é transparente e de coloração marrom-avermelhada, característica do estilo.

Aroma:
Malte moderado, com notas de chocolate e leve toque defumado.

Sabor inicial:
Moderado dulçor com leve amargor.

Sabor final:
Moderado amargor com leve dulçor, criando um bom equilíbrio.

Paladar:
Corpo médio-leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. O perfil maltado aparece bem, mas sem muita profundidade.

No geral, é uma cerveja equilibrada, com foco no malte e boa acessibilidade.

Nota: 50 skol ou 3.3/5.0

Ficha técnica

Origem: Brasil
Estilo: Red Lager
Teor alcoólico: Não informado
Amargor: Moderado
Coloração: Marrom-avermelhada e transparente
Copo ideal: Dimpled Mug, Lager Glass ou Shaker
Disponibilidade: Regional

Sobre o estilo: Red Lager

Lager com maior presença de malte e coloração avermelhada
Notas de caramelo, tosta e leve dulçor
Equilíbrio entre refrescância e perfil maltado

Experiência de consumo

A Cão Véio Red Lager é fácil de beber, mas com um perfil um pouco mais interessante do que as lagers tradicionais. Considero uma boa opção para quem quer sair do básico sem partir para estilos mais intensos.

Harmonização e ocasião

Carnes grelhadas
Hambúrguer
Petiscos
Noites amenas
Happy hour

Conclusão

A Cão Véio Red Lager entrega o que se espera do estilo, com equilíbrio e boa drinkability, mas sem se destacar de forma marcante. Me parece uma escolha segura para quem busca algo diferente das lagers comuns, sem arriscar demais.

Resumo da avaliação

• Estilo: Red Lager
• Teor alcoólico: Não informado
• Amargor: Moderado
• Aparência: Transparente, marrom-avermelhada
• Espuma: Média, com baixa persistência
• Aroma: Malte, chocolate e leve defumado
• Sabor: Equilibrado entre dulçor e amargor
• Corpo: Médio-leve
• Carbonatação: Alta
• Final: Levemente metálico
• Drinkability: Média-alta
• Fidelidade ao estilo: Boa
• Complexidade: Média-baixa
• Custo-benefício: Bom
• Recomenda?: Sim

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terça-feira, 24 de dezembro de 2019

CÃO VÉIO LAGER

Introdução

A Cão Véio Lager segue a linha das lagers brasileiras mais simples, focadas em leveza e fácil consumo. No entanto, na minha percepção, ela acaba ficando aquém até mesmo dentro dessa proposta mais básica, apresentando algumas limitações claras no conjunto.

Diagnóstico

Este chopp Lager brasileiro apresenta espuma pequena, branca e com bolhas, de reduzida longevidade, com moderada formação de colarinho. O corpo é transparente, ralo e de coloração amarelo-escuro.

Aroma:
Presença marcante de levedura, com média intensidade de malte e leve caráter frutado.

Sabor inicial:
Moderado dulçor com perfil frutado.

Sabor final:
Moderado dulçor com suave amargor.

Paladar:
Corpo médio-leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico, que compromete a experiência.

No geral, é uma cerveja simples, com pouca complexidade e alguns pontos que prejudicam o equilíbrio.

Nota: 10 skol ou 2.3/5.0

Ficha técnica

Origem: Brasil
Estilo: Lager
Teor alcoólico: Não informado
Amargor: Baixo
Coloração: Amarelo-escuro e transparente
Copo ideal: Lager Glass
Disponibilidade: Regional

Sobre o estilo: Lager

Cervejas de baixa fermentação, leves e refrescantes
Perfil limpo, com destaque para drinkability
Baixa complexidade e amargor moderado a baixo

Experiência de consumo

A Cão Véio Lager cumpre o papel básico de uma cerveja leve, mas sem entregar nada além disso. Considero uma opção apenas funcional, sem grande apelo para quem busca mais sabor ou refinamento.

Harmonização e ocasião

Petiscos simples
Dias quentes
Consumo despretensioso
Eventos informais

Conclusão

A Cão Véio Lager é uma cerveja bastante simples e com limitações evidentes. Me parece uma opção pouco interessante diante da grande quantidade de alternativas melhores na mesma faixa.

Resumo da avaliação

• Estilo: Lager
• Teor alcoólico: Não informado
• Amargor: Baixo
• Aparência: Transparente, amarelo-escuro
• Espuma: Pequena, baixa persistência
• Aroma: Levedura e leve frutado
• Sabor: Doce com leve amargor
• Corpo: Médio-leve
• Carbonatação: Alta
• Final: Metálico
• Drinkability: Média-baixa
• Fidelidade ao estilo: Média
• Complexidade: Baixa
• Custo-benefício: Baixo
• Recomenda?: Não

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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

EMBUARANA TANOA WOOD AGED

Descrição comercial

Esta Old Ale brasiliense tem espuma média, marrom-clara e com bolhas, de reduzida longevidade. Boa formação de colarinho. Corpo opaco e marrom-escuro. Aroma: moderado malte com presença de nozes, chocolate e amadeirado. Sabor inicial: moderado dulçor e bem amadeirado. Sabor final: moderado dulçor e leve amargor; longa duração. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, forte carbonatação e final pesadamente alcoólico. Saborosa, bem feita. Garrafa de 500ml adquirida por R$ 45 no bar Cão Véio, em Brasília/DF. Copos recomendados: English Pint e Snifter.

Nota: 90 skol ou 3.7/5.0

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