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quinta-feira, 18 de junho de 2026

5e) HEFEWEIZEN


É um estilo de cerveja de trigo proveniente do sul da Alemanha (weissbier) feito com uma proporção típica de 50/50, ou ainda mais alta, de trigo. É feita com um levedo que produz sabores fenólicos peculiares de banana e cravo com uma nuance geralmente seca e azeda, alguma condimentação, notas de goma de mascar e, às vezes, maçã. Baixo amargor de lúpulo e moderado teor alcoólico (oscila entre 4 e 7%). O prefixo "Hefe" significa levedo (ou levedura), daí a aparência turva, já que não são filtradas. Disposta em um tradicional copo Weizen, a Hefeweizen pode ser uma cerveja de aparência sexy. Também servida com uma rodela de limão (popularizada pelos americanos), para cortar o gosto de trigo ou levedo, que alguns consideram um plus e outros um insulto e algo que estraga o sabor da cerveja e a retenção de espuma (nota do blogueiro: me encaixo nessa última categoria).

O exemplar que ilustra o espaço de hoje se chama Weihenstephaner Hefe Weissbier, é o segundo melhor cotado na fonte de consulta e pode ser encontrado em

Continua amanhã a série sobre German Ales com o estilo Kristalweizen. Até lá!

Cheers!

12f) KELLER BIER/ ZWICKEL BIER


Um estilo bem velho, antigo e único de cerveja alemã. Não são filtradas e nem pasteurizadas. Datam da Idade Média, no mínimo. A cerveja é maturada em profundas câmaras subterrâneas. O produto final é uma cerveja suave, naturalmente turva, que é rica em vitaminas (provenientes da levedura). O amargor de lúpulo pode ser alto e o teor alcoólico irá variar de 4 a 7%. A Zwickel Bier é similar à Keller, mas não tão pronunciada.

O exemplar que ilustra o espaço de hoje se chama Pilzilla, é o segundo melhor cotado do estilo na fonte de consulta e pode ser encontrado em

Continua amanhã a série sobre German Lagers com o estilo Maibock/Helles Bier. Até lá!

Cheers!

DADO BIER BIG


Diagnóstico


Garrafa de 330ml que me foi presenteada pelo Robson Moser, da Confraria da Cerveja, em União da Vitória. A cerveja traz espuma média, cremosa e alva. Moderada formação de colarinho. Corpo borbulhante e amarelo médio. Longevidade duradoura. Aroma: levedura suave e mel. Sabor inicial: leves dulçor e amargor. Sabor final: moderado dulçor e leve amargor. Média duração. Bom dulçor de mel. Não apresenta falhas. Me lembrou uma Bohemian Pilsener. Apesar de ter sido consumida 10 dias após o vencimento do prazo de validade, não decepcionou.


Nota: 5,5 Skol ou 2.5/5.0


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HITE BEER


Diagnóstico

Essa Pale Lager sul-coreana tem espuma média, borbulhante e branca. Boa formação de colarinho. Longevidade bem reduzida. Corpo claro, ralo e amarelo. Aroma: ervas e leve levedura. Sabor inicial: leves acidez, dulçor e amargor. Sabor final: leves dulçor e amargor; curta duração. Paladar: corpo leve, textura aguada com toques secos, forte carbonatação e final metálico.

Custo-benefício: lata de 350ml adquirida por cerca de R$ 2 em Ciudad del Este, no Paraguai. Bom negócio.

Nota: 5 Skol ou 2.5/5.0

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OPA BIER CHOPP PILSEN

Diagnóstico

Essa Pilsener brasileira de Joinville-SC é um dos dois exemplares mais fracos da linha de produtos dessa cervejaria catarinense. Apresenta espuma volumosa, aerada e branca. Boa formação de colarinho. Persistente longevidade. Corpo límpido, ralo e amarelo-claro. Aroma: pão claro, lúpulo e levedura moderados. Sabores inicial e final: leves dulçor e amargor. Paladar: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. Gosto estranho, dulçor de adoçante, como a opa sem alcool, próximo exemplar a ser resenhado aqui nesse beerlog.

Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida por R$ 5 no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR. Mau negócio, por qualquer ângulo que se observe a transação, uma vez que apresenta qualidade mais baixa que quase todas as Pilsener disponíveis no mercado brasileiro que já tive oportunidade de degustar.

Nota: 1,3 Skol ou 1.7/5.0


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http://ratebeer.com/beer/opa-bier--chopp-pilsen/98641/65483/

TRIPEL KARMELIET


Hoje, dia em que esse beerlog completa 23 meses (ou seja, falta um mês para o aniversário de 2 anos) resolvi brindar os leitores com uma análise sobre a saborosíssima Tripel belga Karmeliet. Essa é, de acordo com uma newsletter que recebi, uma das cervejas preferidas do talentoso cantor e também zitófilo Ed Motta. Provei com minhas próprias papilas gustativas que ele está coberto de razão.


Antes das minhas impressões pessoais, gostaria de compartilhas algumas informações sobre a Karmeliet, que vieram juntamente com o exemplar que adquiri no site Nonobier. De acordo com o material, sua coloração bronze-dourada com colarinho cremoso são características obtidas não somente dos grãos utilizados, mas também da adição de lúpulo da Estíria e da natureza frutada (banana e baunilha) da fermentação. No aroma percebe-se toques de baunilha misturados a fragrâncias cítricas. Seu sabor não possui apenas a leveza e frescor do trigo, mas também a cremosidade da aveia. Três grãos são utilizados na sua fabricação: trigo, cevada e aveia. Todos estes grãos são usados maltados e não maltados, o que faz com que a cerveja seja, na realidade, fabricada com o uso de seis tipos de grãos. A receita original de 1679 é das freiras Karmelitas de Dendermonde. Hoje, é produzida pela cervejaria Bosteels.


Dito isso, listo agora as minhas impressões pessoais sobre essa deliciosa cerveja.

Sua aparência é composta de um creme denso, aerado e branco. Boa formação de colarinho. Reduzida longevidade. Corpo translúcido, borbulhante, espesso e amarelo-escuro. O aroma traz leve presença de levedura, banana, maçã, mel e figo. O sabor inicial é moderadamente doce (dulçor frutado, agradável, bem menos enjoativo que de outras do estilo) e levemente amargo, sensações estas que se invertem no final do gole, com leve dulçor e moderado amargor. A duração do sabor é média. O paladar é composto de um corpo médio, textura cremosa, suave carbonatação e final metálico. Esconde bem o álcool(que aparece no final do gole, harmonizado, como em um vinho branco, onde se sente o álcool de uma forma agradável e refrescante). Quase tão encorpada quanto uma Hefeweizen; toques de banana e figo no paladar.


Custo-benefício: garrafa de 350ml adquirida através do site nonobier.com.br por R$ 17,80. Muito bom negócio, tratando-se de um produto tão bem trabalhado.


Nota: 130 Skol ou 3.4/5.0


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DE BORA BIER KÉIA HEFEN-WEISS


Diagnóstico


Essa Hefeweizen é mais uma ótima cerveja da microcervejaria brasileira De Bora, tendo um toque especial e conseguindo diferenciar-se da baciada do estilo que encontramos no Brasil. Sua aparência é composta de uma espuma volumosa, cremosa e esbranquiçada, com boa formação de colarinho e reduzida longevidade. Ao ser despejada no copo, apresenta um belíssimo efeito "areia movediça", semelhante ao da Guinness. Corpo opaco, turvo, denso, com enormes sedimentos e cor bege. O aroma é clássico: banana, goma de mascar, cravo e levedura moderada. Sabor inicial: moderado amargor. Sabor final: pesado amargor; média Paladar: textura cremosa, forte carbonatação, final gredoso e levemente alcoólico, com corpo médio. Sente-se álcool. Ao contrário de outas do estilo, não apresenta o dulçor característico.


Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida por cerca de R$ 14 no Armazém da Serra, localizado no Mercado Municipal de Curitiba-PR. O preço está pouco acima da média do estilo, mas a qualidade também, portanto, vale a pena.


Nota: 50 Skol ou 3.5/5.0


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BADEN BADEN WEISS

Diagnóstico
Essa German Hefeweizen brasileira tem espuma borbulhante, média e branca. Excelente formação de colarinho. Reduzida longevidade. Corpo turvo, denso e amarelo-claro. Aroma: banana, cravo e bastante levedura. Sabores inicial e final: leves amargor, dulçor e acidez. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, pesada carbonatação e final metálico. Bem refrescante, mas falta corpo e personalidade, abaixo da média.
Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida no Shopping Center Norte, em São Paulo-SP, por cerca de R$ 12. Mau negócio, uma vez que encontram-se exemplares infinitamente melhores a preços até mais baixos.
Nota: 12 Skol ou 2.7/5.0
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ITAIPAVA FEST


Diagnóstico


Essa Pale Lager brasileira tem espuma pequena, aerada e branca. Moderada formação de colarinho. Longevidade bem reduzida. Corpo claro, ralo e amarelo-pálido. Aroma: pão branco, lúpulo pesado e levedura moderada. Sabor inicial: leves dulçor e amargor. Sabor final: leves dulçor, acidez e amargor; média duração. Paladar: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. Dulçor de mel, refrescante. Copos recomendados: Lager Glass.


Custo-benefício: garrafa de 350ml adquirida no Shopping Center Norte em São Paulo-SP, por cerca de R$ 1,50. Preço na média.


Nota: 4 Skol ou 2.4/5.0


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SCHÖFFERHOFER HEFEWEIZEN


Diagnóstico

Essa German Hefeweizen alemã tem espuma volumosa, cremosa e branca. Boa formação de colarinho. Persistente longevidade. Corpo turvo, denso e amarelo-escuro. Aroma: pesado de levedura, banana e cravo. Sabor inicial: moderado dulçor e leve amargor. Sabor final: leve dulçor e moderado amargor; curta duração. Paladar: corpo médio, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. Aroma clássico, mas menos refinado que da média do estilo. O gosto lembra baunilha. Estufa bastante - média drinkability. Copos recomendados: Weizen.

Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida em uma loja de Balneário Camboriú - SC por cerca de R$ 12. Vale a pena, pois encaixa-se nas características do estilo, apresentando diferenciais em relação a média do estilo.

Nota: 18 Skol ou 2.7/5.0

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SCHÖFFERHOFER KRISTALLWEIZEN


Diagnóstico


Essa German Kristallweizen alemã tem espuma média, aerada e branca. Boa formação de colarinho. Longevidade persistente. Corpo borbulhante e amarelo-escuro. Aroma: pesado de levedura, banana e cravo. Sabor inicial: moderados dulçor e amargor. Sabor final: leve dulçor e moderado amargor; média duração. Paladar: corpo médio, textura seca, forte carbonatação e final metálico. Forte gosto banana. Rústica, mas saborosa, dulçor no ponto, mais amarga que a média. Copos recomendados: Weizen.


Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida em uma loja de vinhos de Balneário Camboriú, por cerca de R$ 12. Preço justo.


Nota: 40 skol ou 3.1/5.0


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ST. GALLEN WEISSBIER


Diagnóstico


Essa Hefeweizen brasileira tem espuma média, cremosa e branca. Reduzida longevidade. Corpo translúcido, ralo, borbulhante e amarelo. Aroma: banana, cravo e levedura. Sabores inicial e final: moderado dulçor e leve amargor; média duração. Paladar: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final levemente adstringente. Tão saborosa que me surpreendeu. Bem balanceada, com dulçor de banana. Boa drinkability. Copo recomendado: Weizen


Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida por cerca de R$9 no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR. Ótimo negócio.


Nota: 40 Skol ou 3.4/5.0


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EDELWEIS HEFETRÜB WEISSBIER


Diagnóstico


Essa German Hefeweizen austríaca tem espuma volumosa, cremosa e branca. Boa formação de colarinho. Reduzida longevidade. Corpo turvo, denso e amarelo-escuro. Aroma: levedura moderada, banana, goma de mascar e cravo. Sabor inicial: leves dulçor e amargor. Sabor final: leve amargor; curta duração. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, média carbonatação e final levemente adstringente. Sabor de banana, sem diferenciais. Estufa, enjoa rápido, nao dá vontade de continuar bebendo. Um dos mais fracos representantes do estilo que já provei, não chega nem perto da maravilhosa Snowfresh, cerveja de trigo do estilo Spice/Herb/Vegetable já resenhada aqui nesse beerlog. Copo recomendado: Weizen.

Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida por R$ 8 no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR. Vale, no máximo, 75% do valor pago.

Nota: 8 Skol ou 2.7/5.0

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PFUNGSTÄDTER JUSTUS WEIZEN HEFE DUNKEL


Diagnóstico


Essa Dunkelweizen alemã tem espuma média, cremosa e branca. Boa formação de colarinho. Persistente longevidade. Corpo turvo, denso e amarelo-acobreado. Aroma: levedura moderada, banana e uva-passa. Sabores inicial e final: moderado dulçor e leve amargor; média duração. Paladar: corpo médio, textura aguada, suave carbonatação e final metálico. Sabor de frutas secas. Copo recomendado: Weizen.


Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida no site nonobier.com.br por cerca de R$11. Vale cerca de 70% do valor.


Nota: 18 Skol ou 3.1/5.0


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BLANCHE DE NAMUR


Diagnóstico

Essa Witbier belga tem espuma imensa, cremosa e branca, de reduzida longevidade. Corpo turvo, denso e amarelo-pálido. Excelente formação de colarinho. Aroma: fortes lufadas de limão e respeitável presença de leveduras. Sabores inicial e final: moderados amargor e acidez; longa duração. Paladar: corpo médio, pesada carbonatação, textura seca e final de pesada adstringência. Cerveja balanceada, uma Witbier clássica, muito saborosa. Copos recomendados: Tumbler e Weizen.

Custo-benefício: garrafa de 330ml adquirida por R$ 18,70 através do site nonobier.com.br. Valor justo.

Nota: 140skol ou 3.5/5.0

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SCHNEIDER MEIN GRUNES

Descrição comercial
Exclusivamente envasada em homenagem ao privilégio de Georg Schneiders ser parte da mundialmente famosa Octoberfest de Munique até 1942, quando sua renomada "Weisse Brauhaus im Tal, Munich" foi destruída.
Diagnóstico
Essa German Hefeweizen da cervejaria Schneider & Sohn tem espuma média, aerada e branca, de persistente longevidade. Moderada formação de colarinho. Corpo turvo, denso e âmbar. Aroma: banana, pesada presença de leveduras, cravo e mel. Sabor inicial: leves dulçor, acidez e amargor. Sabor final: leve dulçor e moderado amargor; longa duração. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. Esperava grandes mudanças em uma cerveja sem glúten, mas não as percebi, talvez um ligeiro gosto herbal que não havia nas outras. Copo recomendado: Weizen.
Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida no supermercado Angeloni, em Curitiba-PR, por cerca de R$ 12. Uns 80% do valor estariam muito bem pagos.
Nota: 35 skol ou 3.1/5.0
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UTENOS ALUS


Descrição comercial


Ingredientes: água, malte de cevada, produtos de lúpulo, levedura.


Diagnóstico


Essa Pale Lager da Lituânia tem espuma média, aerada e branca, de longevidade bem reduzida. Boa formação de colarinho. Corpo claro, ralo e amarelo-pálido. Aroma: pão branco e pesado de lúpulo. Sabor inicial: leves amargor e dulçor. Sabor final: leves amargor e dulçor; média duração. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálica. Ligeiro dulçor de mel a diferencia das pilsen comerciais brasileiras, mais bem trabalhada que as mesmas, mas fora isso, sem nenhum atrativo extra. Copo recomendado: Lager Glass, Dimpled Mug, Shaker.


Custo-benefício: lata de 470ml adquirida por R$ 13,90 através do site nonobier.com.br - 40% do valor estaria de muitíssimo bom tamanho.


Nota: 10 skol ou 2.5/5.0


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PROCESSO DE PRODUÇÃO DE CERVEJA - COOLING (RESFRIAMENTO)



A infusão de malte fermentada ou não-fermentada é transferida rapidamente para o recipiente de fervura através de um dispositivo que filtra o lúpulo e então para um recipiente de troca de calor para ser resfriada. Esse recipiente consiste basicamente de uma tubulação dentro de um tubo de água fria. É importante resfriar rapidamente a infusão até o ponto no qual a levedura pode ser adicionada com segurança, devido ao fato da levedura não crescer e se desenvolver em altas temperaturas.

Fonte:
http://www.merchantduvin.com/pages/2_ale_university/aleu_brew_process.html

CONDICIONAMENTO E MATURAÇÃO




Condicionamento é o processo de transformar a cerveja verde (infusão fermentada amarga) em cerveja madura. Enquanto o condicionamento é um processo menos dramático que a fermentação, é um componente absolutamente crítico e técnico do processo de produção. Também pode ser caro e ser o fiel da balança entre sucesso e fracasso em termos de sabor.
Após o trabalho duro da fermentação primária, a cerveja precisa descansar. Nesse estágio, o cervejeiro está procurando maturar o sabor da cerveja, reduzir os álcoois mais pesados, estabiliza-los e minimizar qualquer oxigênio dissolvido. Também pode ser clareada.
Existem muitos diferentes processos de condicionamento e maturação disponíveis ao cervejeiro, todos com um efeito único e profundo no resultado final. A cerveja pode ser filtrada e então pasteurizada, engarrafada e carbonatada. O cervejeiro pode estar produzindo uma Ale de verdade e decantar a cerveja verde, coloca-la em barris e adicionar lúpulo e açúcar para uma fermentação secundária - que, coincidentemente, também carbonata a cerveja. O processo também é conhecido como condicionamento no barril. Ela pode ser parcialmente filtrada e condicionada na garrafa com a adição tardia de levedura e açúcar.
O processo de condicionamento para Ales e Lagers difere significativamente. O nome das Lager é derivado de seu longo processo de condicionamento (Lager significa armazenar em alemão). Muitas das cervejarias que produzem em larga escala hoje em dia desenvolveram processos para evitar essa exigência, enquanto ainda mantêm um perfil de Lager. Cervejas que passam por uma "lagerização" mais acentuada são geralmente pasteurizadas e virtualmente livres de levedura e completamente atenuadas. Elas podem ser produzidas muito rapidamente. As Ale geralmente passam por um processo de condicionamento de duas a quatro semanas e ainda podem ser sujeitadas a um descanso mais longo, dependendo dos objetivos do cervejeiro - por exemplo, as Ales condicionadas em barris e garrafas podem continuar a maturar por anos.




Fonte:http://www.beermasons.com/?page=BrewingProcess

E assim termina mais essa seção sobre o processo de produção de cerveja. Para dar uma variada, os próximos posts serão reviews de cervejas que degustei nesse fim de semana, em Curitiba. Espero que tenham gostado desse último conteúdo e caso queiram algum post sobre um processo ou parte específica da produção, fiquem livres para pedir. Agradeço a todos pelas visitas e long live the beer!

BARBA ROJA DIABLA



















Descrição comercial

Essa é uma Pale Ale do tipo irlandesa feita com malte do tipo caramelo (semi-tostado), que confere sabor e cor que se converteram em um clássico. Seu aroma se destaca pelos lúpulos importados que se agregam ao final do processo de elaboração.

Diagnóstico

Essa Irish Ale argentina tem espuma imensa, cremosa e esbranquiçada, de reduzida longevidade. Excelente formação de colarinho. Corpo opaco, denso e cobre. Aroma: malte moderado, caramelo, pesada levedura. Sabor inicial: leves dulçor e amargor. Sabor final: leve dulçor e moderado amargor; média duração. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, média carbonatação e final metálico. Lupulada, caramelizada, amadeirada. Presença de levedura no paladar e no aroma surgem como defeitos. Copo recomendado: English Pint. Garrafa de 750ml adquirida pelo amigo Luiz Fernando Cavalheiro em Buenos Aires, Argentina e compartilhada comigo no penúltimo fim de semana.


Nota: 40skol ou 2.8/5.0

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http://www.ratebeer.com/beer/barba-roja-diabla/41085/65483/