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terça-feira, 20 de outubro de 2026

2877 - EDELMEISTER PILSENER


Diagnóstico

Essa Pilsener alemã tem espuma média, branca e com bolhas, de reduzida longevidade. Boa formação de colarinho. Corpo transparente, borbulhante e amarelo-escuro. Aroma: malte moderado, pão branco, leve levedura e mel. Sabor inicial: moderado dulçor. Sabor final: moderado dulçor e leve amargor; média duração. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. Dulçor maltado. Uma puro malte premium comparada às do Brasil. Não vale os USD 1,80 pagos no Shopping China, em Salto del Guairá, no Paraguai.

Nota: 3.3/5.0 ou 6 skol

quinta-feira, 18 de junho de 2026

FLAIRED PILSENER


As pilseners são lagers ligeiramente mais amargas e aromáticas e portanto precisam de um copo que incorpore o estilo. Esse copo tem uma grande e larga boca aberta para soltar maravilhosos aromas e um ligeiramente corpo maltoso, bem como um corpo alto e esguio, para manter fria a cerveja.
Fonte: the beer store

GOLDEN ALE/BLOND ALE


Introdução

As Golden Ales e Blond Ales costumam ser vistas como estilos de transição dentro do universo cervejeiro. São leves, acessíveis e, ao mesmo tempo, já trazem alguns elementos que fogem do padrão das cervejas de massa. Na minha percepção, são ótimas portas de entrada para quem quer começar a explorar estilos mais elaborados sem levar um “choque” logo de cara.

Variações dentro do estilo

Apesar de muitas vezes serem tratadas como sinônimos, existem algumas variações interessantes dentro desse universo.

A versão canadense, por exemplo, costuma ser mais próxima das cervejas comerciais tradicionais, com uso maior de adjuntos e perfil mais neutro. Já nos Estados Unidos, as Blond Ales aparecem com um pouco mais de corpo e presença de lúpulo, embora ainda sejam consideradas leves e pouco intensas.

A interpretação britânica tende a ser a mais marcante entre elas, com maior presença de lúpulo e um perfil mais fresco. Em alguns casos, chegam até a se aproximar de uma American Pale Ale mais suave.

Características gerais

De forma geral, essas cervejas apresentam uma aparência muito semelhante às Pilsners: claras, brilhantes e com coloração que varia do palha ao dourado.

O malte costuma ter papel mais discreto, enquanto o lúpulo pode variar de notas mais herbais e apimentadas até toques cítricos, dependendo da escola. Variedades como Styrian Golding e Cascade são comuns.

O teor alcoólico normalmente fica entre 4% e 5%, reforçando a proposta de leveza e alta drinkability.

No aroma e no sabor, é comum perceber:

  • leve dulçor de malte
  • amargor baixo a moderado
  • notas sutis de lúpulo
  • possíveis ésteres frutados (sem dominar o conjunto)

O corpo tende a ser mais leve, com carbonatação um pouco mais elevada, o que contribui para a sensação refrescante.

Por que são importantes

As Golden e Blond Ales cumprem um papel importante no mercado: são estilos que fazem a ponte entre o consumidor acostumado com cervejas comerciais e o universo das artesanais.

Por não serem extremas em nenhum aspecto, acabam sendo mais fáceis de aceitar e entender. Considero, inclusive, uma das melhores escolhas para quem está começando a experimentar cervejas diferentes.

Experiência de consumo

Na prática, são cervejas descomplicadas, ideais para consumo em maior quantidade e em diferentes ocasiões. Funcionam bem tanto em dias quentes quanto em encontros casuais, justamente por não cansarem o paladar.

Conclusão

As Golden Ales e Blond Ales podem não ser os estilos mais complexos ou marcantes, mas cumprem muito bem seu papel. Me parece que sua maior virtude está justamente na simplicidade bem executada, servindo como uma excelente porta de entrada para quem quer ir além das cervejas tradicionais.

Resumo do estilo

• Estilo: Golden Ale / Blond Ale
• Teor alcoólico: 4% – 5%
• Amargor: Baixo a moderado
• Aparência: Clara, do palha ao dourado
• Espuma: Média, branca
• Aroma: Leve, com notas de malte e lúpulo suave
• Sabor: Equilibrado, com leve dulçor e amargor moderado
• Corpo: Leve
• Carbonatação: Média a alta
• Final: Seco e refrescante
• Drinkability: Alta
• Fidelidade ao estilo: Alta
• Complexidade: Baixa a média
• Custo-benefício: Variável
• Recomenda?: Sim, especialmente para iniciantes

2) PILSNER 2a) GERMAN PILSNER (PILS)


Aroma: tipicamente apresenta leves características de grãos vindas do malte Pils e toques florais ou apimentados vindo de lúpulos nobres. Limpa, sem ésteres frutados nem diacetil. Pode ter um aroma inicial de enxofre (da água e/ou do levedo) e fracas notas secundárias de DMS (vindas do malte Pils).
Aparência: palha a dourado claro, brilhante até bem clara, com espuma cremosa e de boa persistência.
Sabor: fresca e amarga, com final seco a médio-seco. Maltagem moderada a moderadamente baixa, ainda que bem atenuada, embora alguns sabores de grãos e ligeira doçura vinda do malte Pils sejam aceitáveis. O amargor do lúpulo domina o gosto e continua até o final, permanecendo até o aftertaste. O sabor de lúpulo pode oscilar de baixo a alto mas deveria ser derivado apenas de lúpulos nobres alemãos. Limpa, sem ésteres frutados nem diacetil.
Paladar: corpo médio-leve, carbonatação de média a alta.
Impressão geral: fresca, limpa e refrescante. Destacadamente apresenta amargor de lúpulo nobre alemão acentuado por sulfatos na água.
História: uma cópia da Bohemian Pilsener adaptada a condições de envasamento na Alemanha.
Comentários: mais seca e mais fresca que uma Bohemian Pilsener com um amargor que tende a permanecer mais no aftertaste devido a alta atenuação e a água com maior presença de sulfatos. Mais leve em corpo e coloração e com maior carbonatação que a Bohemian Pilsener. Exemplos modernos de Pilsners alemãs tendem a ser tornar de coloração mais pálida, mais secas no final e mais amargas ao ir do sul ao norte alemão.
Ingredientes: malte Pilsner, variedades alemãs de lúpulo (especialmente tipos nobres como o Hallertauer, Tettnanger e Spalt, pelo gosto e aroma), água com teor médio de sulfato, levedo alemão para Lager.
Estatísticas vitais:
IBUs: 25-45 SRM: 2-5 OG: 1.044-1.050 FG: 1.008-1.013 ABV: 4.4-5.2%
Exemplos comerciais: Victory Prima Pils, Bitburger, Warsteiner, Trumer Pils, Old Dominion Tupper's Hop Pocket Pils, König Pilsener, Jever Pils, Left Hand Polestar Pilsner, Holsten Pils, Spaten Pils, Brooklyn Pilsner

Na foto aparece a Left Hand Polestar Pilsner, que pode ser encontrada em


Segue amanhã a família das Pilsner com a Bohemian Pilsener. Até lá!

Cheers!

WÄLS PILSEN


Antes de iniciar o post de hoje, gostaria de lembrar a todos que hoje Dr-Beer completa 13 meses de vida, com mais de 8 mil posts, e uma média diária que ultrapassa 20 impressões de páginas. Me sinto satisfeito de saber que já tenho leitores cativos e é justamente isso que me motiva a manter o ritmo de posts quase que diário, ainda que as finanças não permitam que todos os dias do ano contenham reviews sobre novas cervejas. Reitero meu apreço a todos pela presença e continuo pedindo a participação de todos com críticas construtivas e também que, sempre que o produto lhes interessem, não se sintam acanhados em clicar na parte comercial do blog. Terminado o apelo, vamos à análise de hoje. Long live the beer!


Descrição: me arrisco a dizer que essa é a melhor Pilsen que já tomei até hoje, o que é um grande orgulho por tratar-se de um rótulo nacional. O que é estranho é que, apesar da mesma possuir muitos elementos do estilo - como concentração de malte e lúpulo - também lembra um estilo que aprecio muito, a Bitter inglesa. Pode ser que eu tenha sido tendencioso em conta disso, mas como especialistas de muito mais gabarito que eu, como o chef Edu Passarelli, também teceram elogios (até mesmo elegendo-a como a "melhor Pilsen brasileira), creio que eu não esteja exagerando tanto assim. Ao despejá-la no copo, ainda não pude perceber todo seu potencial. Sua espuma alva apresentou aparência inicial média e cremosa, com reduzida longevidade. O corpo, de claridade normal, densidade média e um belo tom amarelo-escuro apresentou moderada formação de colarinho. O aroma, bem tradicional, apresentou a esperada presença de pão claro e moderadas lufadas de lúpulo e malte, bem como suaves toques de mel. Nada que prenunciasse a gratíssima surpresa que vinha pela frente... O primeiro contato com a língua foi algo diferente de tudo que eu já havia provado em uma Pilsener: um amargor moderado, complexo, que foi se tornando pesado até o final do gole (relembrando, como dito acima, uma respeitável Bitter), este de média duração. No paladar, um também surpreendente corpo médio, de textura seca, forte carbonatação e final de sensação chalky (lembrando giz). Vale ressaltar o sabor marcante de lúpulo durante toda a experiência. No entanto, pode que os bebedores das tradicionais cervejas comerciais não a achem tão palatável das primeiras vezes, ou seja, é uma cerveja de média drinkability, ao menos para quem ainda não tem um paladar diversificado o suficiente.


Custo-benefício: garrafa de 350ml adquirida por cerca de R$ 6 no Armazém da Serra (Mercado Municipal de Curitiba-PR). Excelente negócio. Espero que não titubeiem em lançar o recipiente de 600ml, desde que não haja perda de qualidade.


Nota: 150 Skol


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BACKER PILSEN


Descrição: com essa Pilsener termino hoje minhas impressões sobre os produtos que já degustei dessa cervejaria mineira, faltando agora apenas o Pale Ale. Quem já tiver provado, gostaria que me dissesse nos comentários o que achou e onde conseguiu compra-las. No tocante ao exemplar em questão, apresentou espuma alva, de aparência inicial volumosa e agitada, com duradoura duração de colarinho para o estilo. Seu corpo borbulhante, de partículas de tamanho médio, densidade rala e tonalidade amarelo-pálido apresentou excelente formação de colarinho. O aroma trouxe ao olfato notas cítricas lembrando lima, além da presença moderada de cevada e toques de mel. Já na boca, sorvi um sabor inicial diversificado, com a tríade moderado dulçor-leve acidez-leve amargor. No final, algo mais tradicional: leves dulçor e amargor - a duração foi média. O dulçor a que me referi, porém, me pareceu estranho, alheio ao sabor de uma Pilsen tradicional. Também nota-se ligeiro toque de mel, bem como toques cítricos. Causou-me espanto e "desgosto" um ligeiro azedume no gole, surgido após alguns minutos de sua inserção no copo. A aparente "complexidade" de características, no entanto, não faz com que o sabor da mesma apresente boa drinkability. Apenas, como eu disse, é algo estranho ao estilo. O paladar foi algo bem tradicional: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico.

Custo-benefício: garrafa de 350ml adquirida no Armazém da Serra (Mercado Municipal de Curitiba-PR) por R$ 5,90. Péssimo negócio, dado que R$ 2 estariam muito bem pagos e mais a título de conhecimento, uma vez que sua drinkability não é das melhores em se tratando de uma Pilsener. Reitero meu respeito à cervejaria, que procurou produzir algo diferente.

Nota: 2,5 Skol
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2q) TRIPEL


O nome "Tripel" na verdade deriva de parte do processo de envasamento, no qual os cervejeiros usam até três vezes o volume de malte usado em uma "simples" trapista padrão. Tradicionalmente, as Tripel são de cor amarelo-brilhante a dourado, com um tom que é de uma a duas vezes o da Pilsener média. A espuma deve ser grande, densa e cremosa. Aroma e sabor são complexos, condimentadamente fenólicos, pulveralentamente levedado, frutado/esterado com final doce. O dulçor provém tanto dos maltes claros como do alto teor alcoólico. O amargor está lá para uma cerveja com tão leve corpo para sua força, mas que as vezes mal é percebido em meio ao perfeito balanço entre maltes e lúpulos. O corpo mais leve vem do uso de açúcar para doces belga (com até 25% de sucrose), que não apenas deixa o corpo mais leve, mas também adiciona complexos aromas e sabores alcoólicos. Pequenas quantidades de condimentos também são as vezes adicionadas. As Tripel são na verdade notoriamente alcoólicas, ainda que aquelas mais artísticas escondam esse caráter muito engenhosamente, tornando-as cervejas para bebericar. O teor alcoólico oscila entre 8 e 12%.

O exemplar que ilustra o espaço de hoje já foi analisado aqui nesse beerlog, chama-se Unibroue Fin du Monde, é o melhor cotado do estilo na fonte de consulta e também pode ser encontrado em

Termina amanhã a série sobre Belgian/French Ales com o estilo Witbier. Até lá!
Cheers!

12e) GERMAN PILSENER


A cerveja Pilsner foi envasada pela primeira vez na Bohemia, uma província onde se falava alemão no antigo império austríaco. A Pilsner é um dos estilos mais populares de Lager na Alemanha e em muitos outros países. É também chamada de "Pilsener", algumas vezes abreviada ou chamada, em gíria, de "Pils." As German Pilsners clássicas apresentam coloração que vai de palha bem clara a dourada. São também bem lupuladas, usando variedades nobres, como a Saaz, Hallertauer, Hallertauer Mittelfrüh, Tettnanger, Styrian Goldings, Spalt, Perle, e Hersbrucker. Essas variedades exibem aroma e sabor herbal condimentado ou floral, muitas vezes pouco delicado no paladar - o amargor de lúpulo pode ser alto. Seu teor alcoólico oscila entre 4 e 5,5%.

O exemplar que ilustra o espaço de hoje se chama Victory Prima Pils, é o segundo melhor cotado do estilo na fonte de consulta e pode ser encontrado em

Continua amanhã a série sobre German Lagers com o estilo Keller Bier/ Zwickel Bier. Até lá!

Cheers!

CHRISTOFFEL BIER/BLOND


Uma Pilsener muito destacada, com a melhor qualidade sendo seu sabor, que apresenta pronunciada presença de lúpulos nobres, bem como anunciado no rótulo. O amargor é muito mais delicado - diferente - que das Pilseners comerciais regulares. Sua aparência, no entanto, é praticamente a mesma da família: corpo amarelo, boa formação de colarinho e espuma de tamanho médio e branca. Seu final é metálico, possui forte carbonatação e um corpo leve, com textura aguada.

Custo-benefício: garrafa de 350ml adquirida por cerca de R$ 15 no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR. Ótimo negócio, dada a ótima qualidade da cerveja.

Nota: 130 Skol

MISTURA CLÁSSICA EXTRA


Aparência: espuma média, borbulhante e branca. Boa formação de colarinho. Reduzida longevidade. Corpo borbulhante, ralo e amarelo-claro. Aroma: lúpulo moderado, flores, herbal e grama. Sabor inicial: moderado dulçor e leve amargor. Sabor final: leves dulçor e amargor - média duração. Paladar: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final gredoso. Notas de mel. Pilsener ligeiramente acima da média comercial brasileira.


Custo-benefício: garrafa de 600ml adquirida no site cervejasnet.com.br por R$ 8,10, é um preço proporcionalmente acima da qualidade oferecida pelo produto.


Nota: 11 Skol ou 2.9/5.0


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LA BOEME


Diagnóstico

Aparência: espuma inicial média, aerada e branca. Boa formação de colarinho. Reduzida longevidade. Corpo ralo e amarelo-claro. Aroma: cítrico de limão no começo e mel no final. Sabor inicial: leves amargor e dulçor (gosto de mel). Sabor final: salgado e levemente doce (mistura esta raramente encontrada, ao menos por mim, no estilo Pilsener - um ponto positivo). Longa duração. Notas cítricas no sabor. Paladar: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico.

Custo-benefício: garrafa de 1 litro adquirida através do site cervejasnet.com.br por R$ 7,50. Uma barganha, considerando-se o conteúdo, preço e certos diferenciais apresentados pela mesma.

Nota: 6 Skol ou 2.3/5.0

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DADO BIER LAGER


Diagnóstico

Aparência: espuma inicial de tamanho médio, branca e aerada. Boa formação de colarinho. Reduzida longevidade. Corpo borbulhante, amarelo e ralo. Aroma: monstruosamente lupulado, pão branco. Sabor inicial: leves amargor e dulçor. Sabor final: leve amargor. Média duração. Gosto oxidado e azedume final. Não agradou a nenhuma das três pessoas que a estavam bebendo, sendo que dois eram "iniciantes" em cervejas artesanais e acostumados a tomar esse estilo de cerveja (Pilsener) em particular. Paladar: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico.

Custo-benefício: garrafa de 970ml adquirida através do site cervejasnet.com.br a R$ 6,40. O valor não compensa nem mesmo o grande volume disponível, haja visto a qualidade do produto, mais baixa que a média comercial do estilo.

Nota: 2 Skol ou 1.7/5.0

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GLACIAL


Diagnóstico


Essa Pilsener brasileira apresenta espuma inicial branca, média e agitada. Boa formação de colarinho. Reduzida longevidade. Corpo borbulhante, ralo e amarelo-claro. Aroma: pão claro e lúpulo moderado. Sabor inicial: levemente amargo. Sabor final: leves acidez e dulçor; média duração. No dia em que a provei, senti um agradável diferencial: um pronunciado sabor de vinho branco colonial permeado por toques ligeiramente azedos. Paladar: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico.


Custo-benefício: lata de 350ml adquirida por R$0,87 no supermercado Superpão, em União da Vitória-PR. Pela boa drinkability e diferencial referido acima, é ótimo negócio, valendo até o dobro do valor, já que fica acima da média comercial brasileira.

Nota: 4,5 Skol ou 2.6/5.0

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PROSIT


Diagnóstico

Essa Pilsener brasileira tem espuma branca, média e borbulhante. Boa formação de colarinho. Reduzida longevidade. Corpo claro, borbulhante, ralo e amarelo-claro. Aroma: lúpulo moderado e pão claro. Sabor inicial: leves dulçor e amargor. Sabor final: leve amargor; curta duração. Paladar: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. Pão líquido bem balanceado.

Custo-benefício: garrafa de 600ml adquirida no supermercado Superpão, em União da Vitória/PR por cerca de R$3. Existem melhores opções na mesma faixa de preço.

Nota: 4 Skol 2.3/5.0

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http://ratebeer.com/beer/prosit/97038/65483/

PILSEN DORADA


Diagnóstico


Essa Pilsener paraguaia é uma das mais populares de seu país, sendo distribuída nos cassinos de Ciudad del Este e arredores gratuitamente. Apesar disso, é uma boa cerveja dentro do que se propõe. Tem espuma volumosa, aerada e branca. Excelente formação de colarinho. Persistente longevidade para o estilo. Aroma: leve lúpulo, uva. Sabores inicial e final: leves dulçor e amargor; curta duração. Paladar: final metálico, média carbonatação, textura aguada e corpo leve. Sabor e cheiro frutados, aguada, refrescante, nuances diferentes.


Custo-benefício: garrafa de 960ml adquirida por cerca de R$ 3 no Paraguai. Ótimo negócio.


Nota: 10 Skol ou 2.7/5.0


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OPA BIER CHOPP PILSEN

Diagnóstico

Essa Pilsener brasileira de Joinville-SC é um dos dois exemplares mais fracos da linha de produtos dessa cervejaria catarinense. Apresenta espuma volumosa, aerada e branca. Boa formação de colarinho. Persistente longevidade. Corpo límpido, ralo e amarelo-claro. Aroma: pão claro, lúpulo e levedura moderados. Sabores inicial e final: leves dulçor e amargor. Paladar: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. Gosto estranho, dulçor de adoçante, como a opa sem alcool, próximo exemplar a ser resenhado aqui nesse beerlog.

Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida por R$ 5 no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR. Mau negócio, por qualquer ângulo que se observe a transação, uma vez que apresenta qualidade mais baixa que quase todas as Pilsener disponíveis no mercado brasileiro que já tive oportunidade de degustar.

Nota: 1,3 Skol ou 1.7/5.0

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http://ratebeer.com/beer/opa-bier--chopp-pilsen/98641/65483/

CERPA GOLD


Diagnóstico


Essa Pilsener brasileira tem espuma média, aerada a branca. Reduzida longevidade. Corpo claro, ralo e amarelo. Aroma: mel e lúpulo moderado. Sabores inicial e final: leves dulçor (de mel) e amargor; média duração. Paladar: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico.


Custo-benefício: lata de 350ml adquirida por cerca de R$ 1,50 no supermercado Angeloni, em Curitiba-PR. Preço justo.


Nota: 5,5 Skol ou 2.7/5.0


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CHRISTOFFEL NOBEL


Diagnóstico


Essa European Strong Lager é mais um ótimo rótulo da cervejaria holandesa Sint Christoffel. Tem espuma média, aerada e branca. Boa formação de colarinho. Reduzida longevidade. Corpo turvo, denso e âmbar. Aroma: forte malte, cookies, caramelo e mel. Sabor inicial: moderado amargor e leve dulçor. Sabor final: moderado amargor e leve dulçor; longa duração. Paladar: corpo médio-cheio, textura oleosa, suave carbonatação e final metálico e levemente alcoólico (seu teor alcoólico é de 8,7%). Apresenta toques de Bitter. Uma Lager bem diferenciada, lembra a Wäls pilsen, sendo mais refinada que esta. Infinitamente melhor q uma Pilsener ou Pale Lager regular.


Custo-benefício: adquirida por cerca de R$ 16 no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR. Vale cada centavo.


Nota: 135 skol ou 3.8/5.0


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DEVASSA BEM LOURA


Diagnóstico


Essa Pilsener brasileira tem espuma borbulhante, volumosa e branca. Boa formação de colarinho. Persistente longevidade. Corpo claro, ralo e amarelo bem pálido. Aroma: pão claro e pesadas lufadas de lúpulo. Sabores inicial e final: leve amargor; curta duração. Paldar: corpo leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. Creio que essa nem a Paris Hilton, polêmica personagem da propaganda dessa cerveja na televisão e no último carnaval brasileiro, consegue engolir. Copo recomendado: Lager Glass.


Custo-benefício: lata de 350ml adquirida por R$ 0,89 no Rio de Janeiro-RJ. Vale a pena apenas a título de conhecimento. Tenebrosa. Muito abaixo do nível das outras Devassa, que já não são nenhum espetáculo.


Nota: 1,2 Skol ou 1.8/5.0


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BIERLAND CHOPP PILSEN


Descrição comercial

Cerveja de baixa fermentação, com médio teor alcoólico e cor dourada, a Pilsen é leve e refrescante.

Diagnóstico

Essa Pilsener brasileira tem espuma gigante, aerada e branca. Excelente formação de colarinho. Corpo borbulhante, ralo e amarelo. Aroma: pão claro e lúpulo moderado. Sabor inicial: leves dulçor e amargor. Sabor final: leve amargor; curta duração. Paladar: corpo leve, textura aguada, média carbonatação e final metálico. Seu principal "diferencial" se encontra na espuma, que continua evoluindo MUITO TEMPO após a cerveja ser colocada no copo, aumentando como se fosse fermento, inédito pra mim. Ligeiramente mais bem trabalhada que a média comercial brasileira, sem aquele "algo a mais". Copos recomendados: Lager Glass.

Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida por cerca de R$ 11 no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR. Vale 25% do valor, que é o mesmo cobrado por cervejas de igual ou melhor qualidade em bares e supermercados da região.

Nota: 4 Skol ou 2.4/5.0

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