quarta-feira, 20 de setembro de 2017

VOLCANICA DUBBEL

Diagnóstico

Esta Dubbel uruguaia tem espuma pequena, esbranquiçada e com bolhas, de reduzida longevidade. Moderada formação de colarinho. Corpo claro, marrom-avermelhado e de média densidade. Aroma: malte moderado, caramelo, uva-passa, ameixa-seca e amadeirado. Sabor inicial: moderado dulçor e leve acidez. Sabor final: leve dulçor e moderada acidez; longa duração. Paladar: corpo médio-leve, textura oleosa, forte carbonatação e final moderadamente adstringente. Dulçor maltado e de frutas secas, sabor bem parecido com a Volcanica Belgian Dark Ale. Acidez lembra ameixa fresca. Garrafa de 500ml adquirida por cerca de R$ 23 no Chocobeer, em Videira-SC. Copos recomendados: Trappist Glass e Tulip.

Nota: 90 skol ou 3.5/5.0

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terça-feira, 19 de setembro de 2017

VOLCANICA DARK BELGIAN ALE

Descrição comercial

Caracterizada por sua cor escura devido ao agradável toque caramelizado. Distingue-se por seu caráter forte, com alto teor alcoólico.

Diagnóstico

Esta Belgian Strong Ale uruguaia tem espuma pequena, aerada e esbranquiçada, de reduzida longevidade. Moderada formação de colarinho. Corpo opaco, marrom-avermelhado escuro e de média densidade. Aroma: malte moderado, caramelo, uva-passa, ameixa e álcool. Sabor inicial: moderado dulçor. Sabor final: moderado dulçor e leves acidez e amargor; longa duração. Paladar: corpo médio-leve, textura oleosa, forte carbonatação e final metálico e levemente adstringente. Dulçor maltado e com presenças de frutas secas. Presença amadeirada no amargor. Leve acidez de frutas vermelhas complementa esta interessante e surpreendente cerveja. Próxima ao padrão belga. Mascara bem o álcool. Garrafa de 500ml adquirida por cerca de R$ 23 no Chocobeer, em Videira-SC. Copos recomendados: Trappist Glass, Tulip e Tumbler.

Nota: 160 skol ou 3.7/5.0

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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

LEOPOLDINA WITBIER

Descrição comercial

A Leopoldina Witbier é uma combinação leve e refrescante. Tradicionalmente produzida na Bélgica e na Holanda, a witbier - significa “cerveja branca”, devido às proteínas do trigo e ao fermento que a deixam com uma coloração dourado claro de aspecto turvo – é a descendente direta das cervejas medievais, armazenadas antigamente com temperos cítricos. Produzida com um delicada seleção de maltes de trigo, a Leopoldina Witbier possui um toque adocicado e cítrico, provenientes do limão siciliano e do coentro, que criam uma harmonia indiscutível. Uma bebida agradável e que proporciona combinações com diferentes pratos.

Diagnóstico

Esta Witbier gaúcha em espuma volumosa, cremosa, branca e com bolhas, de reduzida longevidade. Boa formação de colarinho. Corpo turvo, de média densidade e cor amarelo-pálida. Aroma: levedura moderada, limão e cravo. Sabor inicial e final: leve amargor (lembra casca de limão, leve acidez e leve dulçor (lembra baunilha). Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, forte carbonatação e final levemente adstringente. Garrafa de 500ml compartilhada pelo primo Denis Kuhn e degustada em União da Vitória-PR. Copos recomendados: Weizen e Tumbler.

Nota: 20 skol ou 3.0/5.0

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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

HEMMER ANGELA WITBIER

Descrição comercial

Cerveja de trigo com laranja e coentro tipo witbier. Angela luef, neta do fundador Heinrich Hemmer, era incansável ao trabalho, de uma delicadeza refinada e paladar apurado, sabiamente absorbeu os ensinamentos de seus antepassados e conduziu a Hemmer a excelência em qualidade e sabor. Essa complexa e aromática Witbier, exalta o enigmático mundo dos temperos.

Diagnóstico

Esta Witbier catarinense tem espuma volumosa, branca, cremosa e com bolhas, de reduzida longevidade. Excelente formação de colarinho. Corpo turvo, denso e amarelo-escuro. Aroma: limão (artificial, lembrando sprite), levedura moderada e coentro. Sabor inicial: moderado dulçor e leve acidez. Sabor final: leves acidez e amargor; média duração. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada/oleosa, forte carbonatação e final levemente adstringente. O sabor, assim como o aroma, lembra também soda limonada, com presença artificial. Falta limão e baunilha no paladar, mas lembra leve coentro. Garrafa de 500ml adquirida por cerca de R$ 12 no Superviza, em Videira-SC. Copo recomendado: Weizen.

Nota: 8 skol ou 2.2/5.0

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

HEMMER BLUMENAU IPA

Descrição comercial

Cerveja forte tipo India Pale Ale. Em 2 de setembro de 1850, o filósofo e farmacêutico alemão Hermann Bruno Otto Blumenau, desembarca no local que futuramente se tornaria a cidade que leva seu nome; Blumenau. Essa germânica, brasileira e catarinense cidade de pessoas tão alegres e vibrantes, é a cidade de fundação e sede da Hemmer. Com essa cerveja forte e harmônica agradecemos a seus habitantes por esses mais de 100 anos de convivência e cumplicidade. India Pale Ale com lúpulos americanos, aromas cítricos e amargor pronunciado. Graduação Alcoólica: 6% Amargor: 55 IBU Temperatura: 8º a 12ºC

Diagnóstico

Esta IPA catarinense tem espuma média, esbranquiçada e com bolhas, de reduzida longevidade. Boa formação de colarinho. Corpo claro, de média densidade e cor amarelo-escura. Aroma: caramelo, lúpulo moderado, pinho e uva-passa. Sabor inicial: moderado dulçor e leve amargor. Sabor final: leves dulçor e amargor; média duração. Paladar: corpo médio-leve, textura aguada, forte carbonatação e final metálico. Dulçor caramelado, caráter pinho, amadeirado, uma das IPAs mais doces que já provei, sabor lembra também frutas secas (uva passa). Copos recomendados: Shaker e Tulip. Garrafa de 500ml adquirida por cerca de R$ 12 no Superviza, em Videira-SC.

Nota: 80 skol ou 3.1/5.0

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