quinta-feira, 18 de junho de 2026
TUMBLER
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17d) STRAIGHT (UNBLENDED) LAMBIC
Aparência: coloração amarelo pálido a dourado escuro. Tende a escurecer com os anos. A claridade vai de turva a boa. Versões mais jovens são geralmente turvas, enquanto as mais velhas são geralmente mais clara. A retenção de espuma geralmente é pobre. A cor da espuma é branca.
Sabor: exemplos mais jovens são geralmente azedas e/ou láticas, mas o envelhecimento pode ajudar esse caráter a entrar em balanço com as características de malte, trigo e curral. Sabores frutados são mais simples em Lambics jovens e mais complexos nos exemplos mais velhos, onde os mesmos são reminiscentes de maçãs ou outras frutas leves, ruibarbo ou mel. Ocasionalmente, é perceptível algum sabor de carvalho ou cítrico (geralmente grapefruit). Caráter visceral, defumado ou lembrando charuto é indesejável. O amargor de lúpulo vai de baixo a nenhum. Sem sabor de lúpulo nem de diacetil.
Paladar: corpo leve a médio-leve. Apesar da baixa gravidade final, os muitos sabores que preenchem a boca evitam que a cerveja tenha gosto de água. Como regra geral a Lambic fica mais seca com o tempo, o que torna a ‘secura’ um razoável indicador de idade. Possui médio a alto azedume, enruga a língua sem ser demasiado adstringente. Virtualmente a completamente não carbonatada.
Impressão geral: Ale baseada em trigo, complexa, azeda/ácida, pálida, fermentada com uma variedade de microorganismos belgas.
História: Ales azedas de fermentação espontânea vindas da região de Bruxelas e arredores (do vale do Sena) derivam de uma tradição cervejeira rural com centenas de séculos de idade. O estilo vem constantemente diminuindo.
Comentários: Lambics puras são cervejas de uma ‘fornada’ só, não misturadas. Esse última característica geralmente faz dela um verdadeiro produto ‘prata da casa’ da cervejaria e será mais variável que uma Gueuze. São geralmente servidas jovens (6 meses) e direto do barril como cervejas baratas e fáceis de bebe sem qualquer carbonatação consistente. Versões mais jovens tendem a ser unidimensionalmente azedas, já que um complexo caráter Brett geralmente demora de um ano pra mais pra se desenvolver. Um caráter visceral geralmente indica que a Lambic ainda está muito jovem. Um caráter perceptível de vinagre ou cidra é considerado como falta pelos cervejeiros belgas. Já que o levedo selvagem e bactérias irão fermentar TODOS os açúcares, devem ser engarrafadas apenas quando estiverem completamente fermentadas. A Lambic é servida sem carbonatação, enquanto a Gueuze é servida efervescente. O IBU é aproximado, já que lúpulos envelhecidos são usados; os belgas usam lúpulo mais por suas propriedades anti-bacterianas que para dar amargor nas Lambic.
Ingredientes: trigo não-maltado (30-40%), malte Pilsner e lúpulos envelhecidos (surannes de 3 anos) são usados. Os lúpulos envelhecidos são usados mais para efeitos de preservação que para amargor, o que torna os verdadeiros níveis de amargor difíceis de serem estimados. Tradicionalmente essas cervejas são espontaneamente fermentadas com levedo de ocorrência natural e bactérias em barris geralmente de carvalho. Versões caseiras e artesanais são tipicamente feitas com culturas puras de levedo comumente incluindo Saccharomyces, Brettanomyces, Pediococcus e lactobacilos em uma tentativa de recriar os efeitos do microbiota dominante em Bruxelas e arredores rurais do vale do rio Sena. Culturas retiradas das garrafas são geralmente usadas, mas não há um modo simples de saber quais organismos ainda são viáveis.
Estatísticas vitais:
IBUs: 0-10 SRM: 3-7 OG: 1.040-1.054 FG: 1.001-1.010 ABV: 5-6.5%
Exemplos comerciais: a única versão engarrafada prontamente disponível é a Cantillon Grand Cru Bruocsella de qualquer safra em particular que o cervejeiro considere digna de ser engarrafada. A cervejaria De Cam às vezes envasa sua velha Lambic de 5 anos. Em Bruxelas e arredores existem cafés especializados que vendem Lambic em barris produzidas por cervejeiros tradicionais como Boon, De Cam, Cantillon, Drie Fonteinen, Lindemans, Timmermans e Girardin.
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BOON OUDE GEUZE MARIAGE PARFAIT
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BOON KRIEK
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RODENBACH GRAND CRU
Uma mistura de 1/3 de cerveja jovem e 2/3 de cerveja envelhecida 2 anos em grandes recipientes de carvalho. A proporção mais importante de cerveja maturada em carvalho contribui para seu sabor frutado, complexidade e intensidade. O final é digno de um grande vinho.
Diagnóstico
Essa Sour Ale/Wild Ale belga tem espuma média, cremosa, aerada e esbranquiçada, de reduzida longevidade. Moderada formação de colarinho. Corpo translúcido, denso e âmbar-amarronzado escuro. Aroma: malte leve, levedura leve, uva Itália, vinho branco e vinagre. Sabor inicial: moderados dulçor e acidez, leve amargor e presença acética. Sabor final: leves dulçor e amargor e moderada acidez; longa duração. Paladar: corpo médio, textura seca, média carbonatação e final moderatamente adstringente. O gosto lembra espumante branco, mais complexo, também com toques de gueuze, como a rodenbach tradicional, resenhada dias atrás nesse beerlog. Ligeiramente mais complexa, traz toques acéticos no background, lembrando vinagre e laranja de longe, bem como limão. Nos dois primeiros copos, ao contrário do esperado, apresentou ser menos complexa que a tradicional, sem o dulçor amadeirado e presença de frutas vermelhas no paladar. No terceiro copo, já mais na temperatura ambiente, surgiu a presença de frutas vermelhas, mas em menor intensidade, no final, nada mesmo de amadeirado e a presença acética tornou-se mais intensa. Garrafa de 750ml adquirida por cerca de R$ 53 através do site nonobier.com.br. Copos recomendados: Snifter, Tulip e Tumbler.
Nota: 180 skol ou 3.8/5.0
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http://www.ratebeer.com/beer/rodenbach-grand-cru/1194/65483/
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segunda-feira, 26 de agosto de 2024
PRUSSIA BIER I.A. BLACK IPA
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terça-feira, 17 de janeiro de 2023
CLUBE DO MALTE GUADALAJARA MEXICAN LAGER
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
MIKKELLER HUES
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terça-feira, 3 de abril de 2018
ST. LOUIS GUEUZE FOND TRADITION
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sexta-feira, 10 de junho de 2016
DOCTOR BREWSKI EM VÍDEO - ENTREVISTA COM APRENDIZ-CERVEJEIRO DA BUFFALO BEER
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segunda-feira, 11 de abril de 2016
BRIDGE ROAD / NOGNE AUSTRALIS AURORA
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quarta-feira, 27 de maio de 2015
OUD BEERSEL OUDE GEUZE
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quinta-feira, 14 de maio de 2015
BERLINER KINDL WEISSE
De cor dourado-clara, extremamente azeda com corpo leve e caráter de trigo.
Diagnóstico
Nota: 2 skol ou 2.5/5.0
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http://www.ratebeer.com/beer/berliner-kindl-weisse/6409/65483/
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
ST. LOUIS PREMIUM GUEUZE
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014
BODEBROWN VERUM SESSION RYE PALE ALE
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quinta-feira, 3 de julho de 2014
DE MOLEN ZUS & ZO
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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
3 FONTEINEN OUDE GEUZE
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terça-feira, 18 de junho de 2013
DUCHESSE DE BOURGOGNE
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