quinta-feira, 18 de junho de 2026
BERLINER WEISSE
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LAMBIC
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17a) BERLINER WEISSE
Aparência: coloração palha bem clara. Claridade varia de clara a algo turva. Espuma grande, densa e branca, com pouca retenção devido a alta acidez e ao baixo teor de proteína e lúpulo. Sempre efervescente.
Sabor: predomina uma limpa acidez lática que pode ser bem forte, embora não tão ácida como uma Lambic. Algum sabor complementar de pão ou grão de trigo é geralmente perceptível. O amargor de lúpulo é bem baixo. Um suave caráter de Brettanomyces pode ser detectado, bem como uma frutagem restrita (ambos opcionais). Sem sabor de lúpulo, diacetil nem DMS.
Paladar: corpo leve. Final bem seco. Carbonatação muito alta. Sem sensação de álcool.
Impressão geral: uma Ale de trigo bem pálida, azeda, refrescante e de baixo teor alcoólico.
História: uma especialidade regional de Berlim; chamada pelas tropas de Napoleão em 1809 como o ‘Champagne do Norte’ devido ao seu caráter espumante e elegante. Apenas duas cervejarias tradicionais ainda a produzem.
Comentários: na Alemanha, é classificada como uma Schankbier denotando uma pequena cerveja com gravidade inicial na escala 7-8ºP. geralmente servida com a adição de uma dose de xaropes de açúcar (‘mit schuss’), condimentadas com framboesa (‘himbeer’) ou aspérula-odorífera (‘waldmeister’) ou até misturada a uma Pils para contrapor o azedume substancial. É descrita por alguns como a cerveja mais puramente refrescante do mundo.
Ingredientes: o conteúdo de malte de trigo tipicamente constitui 50% da malha de grãos (como em todas as cervejas alemãs de trigo) com o restante sendo de malte Pilsner. Uma fermentação simbiótica com levedo de alta fermentação e Lactobacillus delbruckii confere um azedume agudo, que pode ser incrementado pela mistura de cervejas de diferentes idades durante a fermentação e por um envelhecimento resfriado estendido. O amargor de lúpulo é extremamente baixo. Uma única malha de decocção com lupulagem da polpa é tradicional.
Estatísticas vitais:
IBUs: 3-8 SRM: 2-3 OG: 1.028-1.032 FG: 1.003-1.006 ABV: 2.8-3.8%
Exemplos comerciais: Schultheiss Berliner Weisse, Berliner Kindl Weisse, Nodding Head Berliner Weisse, Weihenstephan 1809 (pouco usual com seus 5% ABV), Bahnhof Berliner Style Weisse, Southampton Berliner Weisse, Bethlehem Berliner Weisse, Three Floyds Deesko
Cheers!
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17f) FRUIT LAMBIC
Aroma: a fruta que for adicionada a cerveja deve ditar o aroma dominante. Baixo a moderadamente caráter azedo/ácido se mistura com aromas descritos como de curral, terra, bode, feno, cavalo e pelego (o que a torna reconhecível como uma Lambic). O aroma de fruta comumente se mistura com outros aromas. Aromas de vísceras, defumado, de charuto ou queijo são desfavoráveis. Sem aroma de lúpulo nem diacetil.
Aparência: a variedade da fruta geralmente determina a cor embora frutas de coloração mais clara tenham pouco efeito na tonalidade da mesma. A intensidade da cor pode diminuir com a idade. A claridade é geralmente boa, embora algumas frutas não tenham um caimento brilhante. Uma espuma grossa, irregular e com textura de mousse, algumas vezes com restos de fruta, é geralmente de longe duração. Sempre efervescente.
Sabor: a fruta adicionada à cerveja deve ser evidente. Baixo a moderado caráter azedo e mais comumente (às vezes alto) ácido está presente. As clássicas características de curral podem ser de baixas a altas. Quando jovem, a cerveja irá exibir seu total sabor de fruta. A medida que envelhece, o sabor irá se tornar dominante às custas do caráter da fruta – e então as Lambic de fruta não são feitas para longas guardas. Baixa doçura complementar pode estar presente, mas níveis mais altos não são característicos. Suaves sabores de baunilha e/ou carvalho são ocasionalmente percebidos. É indesejável um caráter visceral, defumado ou lembrando charuto. O amargor de lúpulo está geralmente ausente. Sem sabor de lúpulo nem diacetil.
Paladar: corpo leve a médio-leve. Apesar da baixa gravidade final, os inúmeros sabores consistentes evitam com que a cerveja tenha gosto de água. Tem baixo a alto azedume e enruga a língua sem ser agudamente adstringente. Algumas versões têm ligeiro aquecimento. Altamente carbonatada.
Impressão geral: Ale baseada em trigo fermentada com uma variedade de microorganismos belgas, complexa, agradavelmente azeda/ácida, balanceada e pálida. Uma Lambic com fruta, não apenas uma ‘cerveja com sabor de fruta’.
História: Ales azedas de fermentação espontânea oriundas da região de Bruxelas e arredores do vale do rio Sena, derivam de uma tradição rural cervejeira de centenas de anos de idade. Está em constante retração e alguns cervejeiros vêm, fora da tradição, adoçando seus produtos (após a fermentação) com açúcar ou frutas doces para torná-las mais palatáveis ao público geral. Frutas eram adicionadas às Lambic ou Gueuze para aumentar a gama de cervejas disponíveis nos cafés locais.
Comentários: Lambics baseadas em fruta são frequentemente produzidas como as Gueuze misturando Lambics de um, dois e três anos de idade. A Lambic ‘jovem’ contém açúcares fermentáveis, enquanto a ‘velha’ tem as características ‘selvagens’ do vale do rio Sena. A fruta é comumente adicionada na metade do caminho durante o envelhecimento e as bactérias irão fermentar todos os seus açúcares. A fruta também pode ser adicionada à Unblended (pura) Lambic. Os estilos mais tradicionais de Lambic de fruta incluem a Kriek (cereja), Framboise (framboesa) e Druivemlambik (uvas moscatel). Qualquer Lambic excessivamente doce (ex: clones da Lindemans ou Belle Vue) deve ser incluída na categoria 16e Belgian Specialty. O IBU é aproximado, já que lúpulos envelhecidos são usados; os belgas usam lúpulo mais por suas propriedades anti-bacterianas que para dar amargor nas Lambic.
Ingredientes: trigo não-maltado (30-40%), malte Pilsner e lúpulos envelhecidos (surannes de 3 anos) são usados. Os lúpulos envelhecidos são mais para efeitos de preservação que para amargor e tornam o real nível de amargor difícil de ser estimado. Produtos tradicionais usam 10-30% de fruta (25%, se for cereja). As frutas tradicionalmente usadas incluem cerejas azedas, framboesas ou uva moscatel. Exemplos mais recentes incluem pêssegos, abricós ou uva merlot. Fruta azeda ou ácida é tradicionalmente usada já que seu propósito não é adoçar a cerveja, mas adicionar uma nova dimensão. Tradicionalmente essas cervejas são espontaneamente fermentadas com levedo de ocorrência natural e bactérias em barris predominantemente de carvalho. Versões caseiras e artesanais são mais tipicamente feitas com culturas puras de levedo, comumente incluindo Saccharomyces, Brettanomyces, Pediococcus e lactobacilos em uma tentativa de recriar os efeitos do microbiota dominante de Bruxelas e arredores campestres do vale do rio Sena. Culturas retiradas da garrafa são por vezes usadas mas não há um jeito simples de saber quais organismos ainda seguem viáveis.
Estatísticas vitais:
IBUs: 0-10 SRM: 3-7 (varia com a fruta) OG: 1.040-1.060 FG: 1.000-1.010 ABV: 5-7%
Exemplos comerciais: Boon Framboise Marriage Parfait, Boon Kriek Mariage Parfait, Boon Oude Kriek, Cantillon Fou’ Foune (abricó), Cantillon Kriek, Cantillon Lou Pepe Kriek, Cantillon Lou Pepe Framboise, Cantillon Rose de Gambrinus, Cantillon St. Lamvinus (uva merlot), Cantillon Vigneronne (uva moscatel), De Cam Oude Kriek, Drie Fonteinen Kriek, Girardin Kriek, Hanssens Oude Kriek, Oud Beersel Kriek, Mort Subite Kriek
Ilustra o espaço de hoje a Boon Oude Kriek, também encontrada em
http://www.ratebeer.com/beer/boon-oude-kriek/24371/
E assim termina a família Sour Ale. Tem início amanhã a série sobre as Belgian Strong Ale, com o subestilo Belgian Blond Ale. Até lá!
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20) FRUIT BEER
Aroma: aromáticos destacados associados com a(s) fruta(s) em particular devem sem perceptíveis no aroma; entretanto, algumas frutas (ex: framboesa, cereja) tem aromas mais fortes e se destacam mais que outras (ex: amora, morango) – dão vazão a uma escala de caráter e intensidade da fruta que vai de sutil a agressivo. O caráter da fruta deve ser agradável e auxiliar, não artificial e inapropriadamente dominadora (considerando o caráter da fruta) nem deve ter defeitos como oxidação. Como em todas as cervejas de especialidade, uma boa cerveja de fruta deve ser um balanço harmonioso das frutas utilizadas com estilo de cerveja implícito. Lúpulos aromáticos, subprodutos do levedo e componentes do malte da cerveja implícita não tão perceptíveis quando a fruta estiver presente. Esses componentes (especialmente os lúpulos) também podem ser intencionalmente subjugados para permitir que o caráter da fruta persista até o final. Se a cerveja base for uma Ale, então uma frutagem não específica e/ou outros subprodutos da fermentação como o diacetil podem estar presentes como apropriados para fermentações em mais altas temperaturas. Se a cerveja base for uma lager, então menos subprodutos da fermentação seriam apropriados. Algum aroma de malte pode ser desejável, especialmente nos estilos escuros. Aroma de lúpulo pode estar ausente ou balanceado com fruta, dependendo do estilo. A fruta deve adicionar uma complexidade extra à cerveja, mas não deve ser tão destacada que altere o balanço da apresentação final. Algum azedume pode estar presente se já ocorrer naturalmente na(s) fruta(s) usada(s), mas não deve ser inapropriadamente intenso.Aparência: deve ser apropriada à cerveja base sendo usada e irá variar dependendo da mesma. Para cervejas de coloração clara com frutas que exibem cores distintas, a cor deve ser perceptível. A cor da fruta na cerveja é frequentemente mais clara que a polpa da fruta em si e pode assumir tons escuros ligeiramente diferentes. Cervejas de fruta podem ter alguma turbidez ou ser clara, embora a turbidez geralmente seja indesejável. A espuma pode assumir um pouco da cor da fruta.
Sabor: assim como no aroma, o caráter distinto de uma fruta em particular deve ser perceptível e pode oscilar em intensidade de sutil a agressivo. O balanço da fruta com a cerveja implícita é vital e o caráter da fruta não deve ser tão artificial e/ou inapropriadamente dominante que se assemelhe a um drink feito com suco de frutas. Amargor de lúpulo, sabor, sabores de malte, teor alcoólico e subprodutos da fermentação, como ésteres ou diacetil, devem ser apropriados à cerveja base e harmoniosos e balanceados com os distintos sabores de fruta presentes. Esses componentes (especialmente os lúpulos) podem ser intencionalmente subjugados para permitir que o caráter da fruta persista até o final. Algum azedume pode estar presente caso já ocorra na fruta em particular, mas não deve ser inapropriadamente intenso. A fruta geralmente dá sabor, e não doçura às Fruit Beer. O açúcar encontrado na fruta usualmente sofre fermentação total e contribuir para sabores mais leves e um final mais seco do que era esperado para o estilo base. Entretanto, a doçura residual não é necessariamente uma característica negativa a menos que tenha uma qualidade crua, não-fermentada.
Paladar: pode variar dependendo da cerveja base selecionada e se for apropriado àquele da cerveja base. Corpo e carbonatação devem ser apropriados ao estilo da cerveja base sendo apresentada. A fruta geralmente adiciona fermentáveis que tendem a deixar a cerveja mais rala; a cerveja resultante deve ser mais rala que o esperado para o estilo base em si.
Impressão geral: um harmonioso casamento de fruta e cerveja. Os atributos-chave do estilo implícito devem ser diferentes com a adição de fruta; a cerveja base não deve ter o mesmo sabor da versão não-adulterada. Comentários: o balanço geral é a chave de uma Fruit Beer bem feita. A fruta deve complementar o estilo original e não sobrepor-se a ele. O cervejeiro deve reconhecer que algumas combinações de estilos base de cerveja e algumas frutas funcionam bem juntos, enquanto outros não formam combinações harmoniosas. Se o estilo-base for um estilo clássico, o estilo original deve sobressair-se em aroma e sabor. Fruta envelhecida pode às vezes ter sabor e aroma característicos similares aos de Sauternes, Sherry ou Tokaj.
Estatísticas vitais: OG, FG, IBUs, SRM e ABV irão variar dependendo do estilo-base implícito, mas a fruta geralmente será refletida na cor.
Exemplos comerciais: New Glarus Belgian Red and Raspberry Tart, Bell’s Cherry Stout, Dogfish Head Aprihop, Great Divide Wild Raspberry Ale, Founders Rübæus, Ebulum Elderberry Black Ale, Stiegl Radler, Weyerbacher Raspberry Imperial Stout, Abita Purple Haze, Melbourne Apricot Beer and Strawberry Beer, Saxer Lemon Lager, Magic Hat #9, Grozet Gooseberry and Wheat Ale, Pyramid Apricot Ale, Dogfish Head Fort
E assim termina a família Fruit Beer. Começa amanhã o estilo Spice/Herb/Vegetable Beer, com o subestilo de mesmo nome. Até lá!
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2m) LAMBIC - FRUIT
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DIABÓLICA
Essa India Pale Ale (IPA) brasileira tem espuma pequena, aerada e marrom-clara. Moderada formação de colarinho. Reduzida longevidade. Corpo opaco, denso e âmbar-escuro. Aroma: framboesa, maçã ácida e amora. Sabor inicial: leves dulçor e amargor. Sabor final: leve dulçor e moderado amargor. Paladar: corpo médio, suave carbonatação, textura cremosa e final gredoso. Não é tão amarga quanto outras IPAs. Bem frutada. Grande cerveja.
Custo-benefício: garrafa de 500ml adquirida no Armazém da Serra, no Mercado Municipal de Curitiba-PR, por cerca de R$ 16. Ouvi dizer que a mesma chegou, quando de seu lançamento, a ser comercializada por cerca de R$ 6. No entanto, ainda a valores de hoje a mesma compensa o investimento, dada sua ótima qualidade.
Nota: 150 Skol ou 3.7/5.0
Leia mais em
http://ratebeer.com/beer/diabolica/108050/65483/
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MEANTIME RASPBERRY GRAND CRU
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ST. LOUIS FRAMBOISE
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BACCHUS KRIEKENBIER
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EL BOLSÓN FRAMBUESA
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BLEST FRAMBUESA
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BADEN BADEN RED ALE - II
Cerveja densa, encorpada e cremosa, avermelhada, aroma marcante e persistente. Acompanha bem, carne vermelha, caças e porco.
Diagnóstico
Essa Barley Wine brasileira tem espuma volumosa, cremosa, aerada e esbranquiçada, de reduzida longevidade. Boa formação de colarinho. Corpo translúcido, denso e marrom-avermelhado escuro. Aroma: violento de malte, caramelo, laranja, madeira, toffee, manteiga, doce de leite. Sabor inicial: moderados dulçor e amargor. Sabor final: moderado dulçor e pesado amargor; longa duração. Paladar: corpo médio, textura oleosa, média carbonatação e final metálico e levemente alcoólico. delicioso amargor amadeirado, maltado, apesar do aroma adocicado excessivamente. O aroma lembra vinho tinto seco mais pro final, apesar do paladar ter toques de damasco (em minhas outras degustações, o sabor me lembrou mais tinto seco e frutas secas). Surge leve toque de tâmara no final do primeiro copo (nessa etapa surge também o aroma de frutas vermelhas, lembrando morango e framboesa, bem como daquelas ameixas vermelhas, não desidratadas). Cerveja complexa, que vai se revelando aos poucos. Esconde bem o álcool. Balanceia o dulçor maltado como poucas, conseguindo não ser muito doce mesmo com alto teor alcoólico. Continua sendo uma das minhas preferidas opções nacionais. Copo recomendado: Snifter. Garrafa de 500ml adquirida por cerca de R$ 14 no Superpão, em União da Vitória-PR.
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quinta-feira, 18 de janeiro de 2024
CLUBE DO MALTE LA BOUSSOLE WITBIER
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terça-feira, 24 de outubro de 2023
PATA NEGRA SOUR FRUTAS VERMELHAS
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023
DOGMA FROM REJECTION TO OBLIVION N1 - DARK MILD
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terça-feira, 27 de dezembro de 2022
WÄLS MEDITERRÂNEA
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sexta-feira, 2 de setembro de 2022
INVICTA NOVA 120 FRAMBOESA
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terça-feira, 17 de agosto de 2021
AVÓS BALTIC PORTER COGNAC JULEP
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segunda-feira, 29 de julho de 2019
CASA BRUJA GOSE FRAMBOESA
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